Quem decide e quem apoia
No centro, a UNIVAJA com as organizações de base. A organização líder só administra, e a UFAM dá o suporte técnico, inclusive na escrita da proposta.
Decide
UNIVAJA e organizações de base
As organizações que já manejam, como a COPEAKA, a OGM, a AMAS e a AIKUVAJA, presentes na reunião de 7 de julho, os povos que querem começar e as comunidades ribeirinhas, que o edital também inclui. São elas que dizem o que o território precisa:
- quais povos e comunidades entram, com o protocolo de consulta de cada povo;
- quais equipamentos, onde ficam e quem cuida deles;
- que formação e que custeio de safra vêm primeiro;
- quem lidera a proposta e quem entra na rede.
Organização líder
Instituto Acariquara
À disposição como organização líder, caso vocês não tenham outra.
O papel é administrativo: assinar o termo de colaboração, cadastrar e enviar a proposta no Transferegov, fazer os termos de referência, as cotações e as compras, e prestar contas. O que fazer e como fazer continua sendo decisão da UNIVAJA. O Acariquara tem experiência com o Transferegov e CNPJ desde 2004; o edital pede mais de cinco anos para liderar uma rede.
Se a UNIVAJA preferir liderar, ou indicar o CTI ou outra organização, tudo bem: o Acariquara entra como apoio, se for útil.
Suporte técnico
UFAM · INPACTAS
Instituto de Natureza e Cultura, em Benjamin Constant. Ajuda a escrever a proposta: a realidade do território, as metas, o cronograma, o orçamento e as experiências de cada organização. Traz o que o TED da UFAM com o MDIC já levantou.
Se vocês quiserem mais corpo técnico, a UFAM pode chamar o INPA e o Instituto Mamirauá para a rede.
A UFAM não pode ser a proponente: o edital só aceita organização da sociedade civil.
No edital, rede maior não ganha ponto. Conta a experiência de quem entra: com povos indígenas (critério D), com o pirarucu (E), no Alto Solimões (F) e em gestão de projetos (G). Organização indígena ou indigenista comprova pelo estatuto; as demais, por declaração de uma organização indígena (Anexo IV).